Resenha: O hobbit

22 Mar 2018

FICHA TÉCNICA

Nome do livro: O Hobbit

Nome original: The Hobbit

Autor: J. R. R. Tolkien

Editora: WMF Martins Fontes (Em breve Harpper Collins Brasil)

Gênero: Fantasia

Ano de lançamento no Brasil: 1976 7ª edição

No de páginas: 328

 

 

SINOPSE OFICIAL

Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!

 

 

RESENHA: “Num buraco do chão, vivia um Hobbit...”

 

E assim tem origem a fantasia moderna em nosso mundo. Tolkien não é de fato o criador da fantasia, mas é definitivamente o real responsável por sua popularização estratosférica.

 

Foi com “O Hobbit” que Tolkien nos apresentou pela primeira vez o condado e seus curiosos habitantes, os hobbits, seres pequeninos de pés peludos e com um apetite voraz (o que me faz pensar que possivelmente eu seja descendente direto deles).

 

Entre seus iguais, vive o abastado Bilbo Bolseiro, um jovem, tranquilo e pacífico hobbit que adora fumar seu cachimbo na frente de casa. Então, o mago Gandalf lhe apresenta uma oportunidade de se aventurar.

 

Bilbo obviamente recusa e entra em casa, mas sua paz dura pouco, já que uma dúzia de anões entra em sua casa, um após o outro. Na verdade, mais de uma dúzia, já que o décimo terceiro anão é, nada mais nada menos, que Thorin Escudo de Carvalho, príncipe de Erebor, a Montanha Solitária.

 

O objetivo dos anões é muito simples de ser explicado, mas dificílimo de ser executado: eles pretendem tomar a montanha de volta de seu atual ocupante: Smaug, o Dragão!

 

Assim começa aquela que se tornaria a base de qualquer aventura de RPG e também o pontapé de quase qualquer livro de fantasia (dos bons e maus) por quase um século!

 

Hoje, elfos, anões e dragões chegam a ser quase obrigatórios em qualquer livro de fantasia, mas tudo começou num buraco do chão, onde havia um hobbit...

 

Além de divertido, “O Hobbit” nos apresenta algumas das melhores descrições de cenários e uma história tão clássica e perfeita que até hoje é imitada. Qualquer pessoa que se diga fã de fantasia que não tenha lido “O Hobbit” precisa rever seus conceitos.

 

O Hobbit é o marco mais importante da fantasia inglesa e também da mundial. Se esse livrinho simples, até meio infantil, não tivesse surgido, nunca haveria o surgimento do “Segredo do Anel”, e sem isso, hoje, definitivamente viveríamos num mundo mais cinza e menos divertido.

 

Não há muito o que falar de ruim sobre a obra: à primeira vista, pode parecer meio infantil e até um pouco bobo (aranhoca aranhoca você é uma boboca), mas o livro é leve, divertido e acima de tudo mágico.

 

“O Hobbit” é uma leitura obrigatória nas escolas britânicas, e eu penso, sem desmerecer os grandes nomes da literatura nacional, que se aqui no Brasil os alunos pudessem ter um contato inicial com a literatura talvez eles amassem muito mais a leitura. Posso dizer que foi “O Hobbit” que despertou o leitor que a escola e a rigidez da leitura apresentada aos jovens no meio educacional, quase matou em mim.

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